segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Mesmice e sandice.

Como dizer de novo tudo o que já disse;
De uma maneira diferente?
É sempre a mesmice!
Cada um sofre à sua maneira;
Cada qual acha que vive uma vida ruim...
Por que é sempre assim, se todos vivem em um mesmo lugar?
Pra que tanto ódio se é possível amar?


Perco-me em minha mente acreditando já ter dito tudo isso;
Pra quem nunca quis escutar...
Então por que repetir tanto;
Pra que acreditar que alguém algum dia escutaria...
Que alguma coisa poderá ainda mudar...
Como conseguir ter esperança;
Sendo que o respeito já é tratado como algo do passado?
Como acreditar no amor;
Sendo que propagam tanto o ódio?


Minha criancice de acreditar na esperança;
Diante de toda essa matança...
Ninguém quer saber;
E só pensam em prazer, prazer e prazer...
Por que então eu, deixarei de ter?
Me rendo, mas discordo;
Não quero... Não gosto...
Cada um sofre à sua maneira;
E não entendem o sofrimento de ninguém...
Não respeitam também...


Onde está o amor;
Diante de toda essa ganância?
O dinheiro vale mais que qualquer afeto;
Que a alegria de uma mãe, quando finalmente alimenta sua criança...
Me diz;
Pros desafortunados, o que é esperança?
Não é por nada... Mas esses também estão dominados pela cobiça;
Como um urubu, ouriçado com sua carniça!
Todos querem viver bem suas vidas...
Fodam-se as deles...
Minha mente abre um novo caminho;
Encontro uma nova vida...
Fantasia...
Fantasia...


Sempre irei repetir...
Não odeio a vida... Apenas a maneira como sou obrigado à vive-la....

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