domingo, 26 de dezembro de 2010

SoZinHO!

Nem todo amor perdido;
Pode ser recuperado...
Existem feridas, que mesmo cicatrizadas, ainda doem...
Dores de um coração;
Um coração partido...


Por que precisar tanto;
De outro alguém?
Se ficar sozinho;
A felicidade não vem?


Por que;
Penso tanto em você?
Meu coração tão machucado;
Não me deixa esquecer...


Recuperar esse amor;
Faria esquecer toda a dor?
Ou, provaria;
Que pra ser feliz é preciso outro alguem?


Se ficar sozinho;
A felicidade não vem?

TuDo E nAdA!

Você vê?
Tem medo de que?
Segundo por segundo;
Chance por chance... O que deseja fazer?


Somos o tudo;
E, nada somos...
O medo, a coragem;
As mentiras e as verdades...
Damos importancias;
Pras banalidades...


Você tem medo de que?
Consegue tocá-lo, ou, ver?
Suas chances;
O que deseja fazer?


Somos o tudo;
Nada somos...
Profanos e quando fomos?
Seremos, queremos;
Tão poucos...


Tens medo de que?
O medo;
Impede você de escolher?
O que deseja;
O que deseja fazer?

sábado, 25 de dezembro de 2010

Dúvidas!

Pra que chorar?
Pra que sorrir?
Pra que viver?
Viver à insistir?


Pra que?


Pra eles e não pra nós?
Pra que amar?
Pra odiar?
Pra que chorar?
Pra que sorrir?
Pra que viver?


Certo que é pra morrer...


Pra que lutar?
Pra que?
Viver à insistir?
Pra eles e nunca pra nós...


Pra que?


Pra que contar?
Pra que mentir?
Apenas meu...
Apenas meu...
Quem sou?
Pra que viver?


Certo que é pra morrer!


Pra que ganhar?
Sempre perder?
Pra eles e nunca pra nós...
Certo que é pra morrer e ninguém quer entender...
Lutar tanto, tanto sem pra que...


Pra que?

PrEsSA!

Abra a porta e me deixe sair;
Não quero ouvir, apenas partir...
Correr pras montanhas;
Fazer façanhas...
Sair da realidade;
Mesmo que não seja verdade...
Esquecer a saudade;
As dores que me trazem...


Solte as redéas;
Tenho pressa...
Quero partir;
Fugir pra floresta e deixar o peso daqui...
Que apareça uma fresta;
Tenho pressa...
Quero partir;
Conhecer novos lugares, ver o azul de vários mares... Viver outras realidades.


Não mate a esperança;
Não me injete essa dor de não conhecer o amor...
Me de a chave;
Ao menos diga verdades das coisas que não entendo...
Apenas me deixe sair;
Não aguento mais te ouvir mentir...


Solte as rédeas;
Tenho pressa...
Me deixe partir;
Que apareça uma fresta...
Tenho pressa;
Quero partir...

EpitÁfiO!

Cortes,sangue e dor;
Sou um ator, eu sou um ator!
Mortes, fome e horror;
Sinto a dor, eu sinto a dor...


Minhas feridas não se fecharam e faz tempo que procuro a cura;
Tenho como minha a dor, de um mundo desprezado...
Ou;
Será que sou outro bastardo?


Claramente afetado e isso;
Qualquer um pode ver...
Pra morrer é preciso viver antes;
Sentir toda essa dor e ser indiferente...
Que escrevam em meu epitáfio;
Enfim livre...


Cortes, sangue e dor;
Sou um ator, eu sou um ator...
Fujo não muito adiante;
Sendo pego em um flagrante de querer entender, tentar ajudar... Ver a vida, chegar em algum lugar...


Mortes, fome e horror;
A morte, a morte chegou...
Sinto a dor... Mas não medo;
Enfim livre...

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

tE AmO!

Te amo;
Sempre ire te amar...
De tudo aquilo que a vida me trouxe;
Nada chegou a ser tão feliz quanto à isso...
Me sentia tão perdido;
E agora chegou o tempo de toda solidão ser preenchida, já que te encontrei...


Não temos nada;
Apenas amor...
Sabemos que é verdade;
Que és verdade e quase consigo tocar...
Assim que abraço seu corpo;
Sinto todo seu calor... Sinto todo seu amor...


Era o que me faltava;
Foi o que preencheu esse espaço vazio que me acompanhava com os anos...
Agora posso seguir em frente;
Me sentindo seguro, sem medo do que me trará o futuro...
Não sou mais inseguro...


Te amo;
Sem nenhum medo do amor agora...
De todas as dores que a vida me trouxe;
Você foi um presente que me fez esquecer tudo isso...
Que bom que nos encontramos;
Me sentia tão sozinho...
E nada agora se compara com o que me faz...



Não temos nada;
Apenas amor...
Sabemos que é verdade;
Que és verdade e quase consigo tocar...
Assim que abraço seu corpo;
Sinto todo seu calor... Sinto todo seu amor...

TodoS oS dIAs..

Tem dias em que se acorda e está tudo assim;
Do avesso...
Mas é todo dia o mesmo;
E não tem fim...
O mesmo;
Do velho nada...


Tem dias em que se quer explodir;
E tudo está assim... Entrando em colapso...
Próximos do fim;
Não conseguimos enchergar... Onde fomos capazes de errar...
O inicio;
O inicio do fim...
A estrada;
Que leva ao nada...

SaUdAdE!

Sinto tanta saudade;
Que nem sei por onde começar dessa vez...
Sua foto;
Me lembra do que não fizemos juntos.
O futuro;
Me traz a saudade...


Com você não posso estar;
Tenho que esperar... Saber esperar...
É a vontade de estar ao seu lado;
Que me mantem forte, mesmo que amendrontado...
Um dia quebro essas correntes;
Que me prendem ao acaso...



Desculpe ter sido fraco;
Não poder ter ajudado...
Me sinto tão diferente agora;
Como se não tivesse me esforçado...


Sinto tanta sua falta agora;
Mais um dia irá terminar e eu sei... Você não irá entrar pela minha porta...
Ainda que esteja aberta...
Nunca pensei que a morte me traria tanta triteza;
Já que ela te levou primeiro...


Sinto tanta sua falta agora;
Sinto muito não poder ter ajudado...
Não queria ser assim;
Tão fraco...
Queria estar ao seu lado...
Mas espero...
Pacientemente espero que o futuro acabe com essa saudade;
Que a morte me traga a liberdade...

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

DifREnTEs IgUAIs...

Gerencie minha loucura, mas, não me venha dizer que sou o mesmo que você!

Ferida depois de ferida consegui finalmente entender;

Que você é tudo o que não quero ser!

Patrocine minha dor, mas não venha me vender mentiras ilusórias que um dia já pude crer;

Não venha vender!

Não diga coisas contraditórias e nem faça propagandas enganosas;

Do que você nunca terá coragem de ser!

Não diga que meu amor não tem cor!

Que todos têm valor!

Sentimentos que vindos de você não compreendo;

Bons ou ruins, por que você é assim?

Você nunca será igual a mim!

Explica... Explica pra mim...

Você gosta de agir assim;

Imitando meus passos?

Gerencie minha loucura, mas, não me venha dizer que sou o mesmo que você!

Nunca conseguirei ser!

domingo, 19 de dezembro de 2010

TemPO COrRE, COrRE TEmPO!

Temos o pensamento;
Não a coragem em agir...
Sabemos que é tempo;
Mas, não tentamos corrigir...
No comodismo;
Do consumismo...
Destruir;
Pra evoluir...


Evolução de que?
Melhores imagens de mortes, em sua HD?
Vemos a fome;
Que uma tinta impressa em papel não matará... Quando nada mais restar...
Comeremos moedas?
É só esperar o tempo passar;
Ele provará...
Enquanto apenas pensarmos;
Nada irá adiantar...


Todos sabemos;
Da desigualdade... E quem se importa na verdade?
Tecnologia e suas qualidades;
Do tomar banho, ao escovar os dentes...
Do cozinhar, à produção do lixo...
Foda-se quem não tem;
A nescessidade, os ricos não entendem...
Parece ser doença a pobreza;
E nada irá mudar em nossas incertezas...


Evolução de que?
E ninguém vive sem...
Abrir mão, do bel prazer?
Mais fácil deixá-los passar fome;
Já que estamos na guerra diária do homem...
Enquanto apenas pensarmos;
Nada irá adiantar...
Temos o pensamento;
Nunca a coragem...
O tempo passa;
Como se corresse na verdade...
É tempo de agir;
Tentar corrigir...

CEGoS!

Seremos;
Eramos;
Fomos;
Quem somos?
Quem foi;
Quem será?
Quem são os donos, de tudo e de todos;
Teremos;
Tivemos;
Queremos;
Muito mais do que a terra consegue nos dar...


Estamos;
Ficamos;
Cegos;
Parados, esperando alguém dizer por onde começar.
Vivemos;
Sonhamos;
Quem somos?
Iremos somar?


Seremos;
Eramos;
Fomos;
Quem somos?
Quem foi;
Quem será?
Quem são os donos, de tudo e de todos;
Teremos;
Tivemos;
Queremos;
Muito mais do que a terra consegue nos dar...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

De VolTA Ao MesMO!

Escravo de todos;
Perdido em meu próprio dominio...
Sem defesas;
Valores perdidos em abismos, perdidos na tristeza...


Tão só;
Encontrando mentiras...
Perdendo as verdades;
Sonhando com a fantasia!
Virtudes... Todas perdidas...


É fato que tudo acaba;
Tudo tem que passar...
É fato;
Insanidade manuscrita, sentimento bipolar...


Verdade que machuca;
Destino que domina...
E o fim;
Não será esse avesso... Não essas mentiras...


É fato que tudo termina;
Nosso mundo começa agora...
Começa;
Já depois da hora...


Nascidos;
Sob a mesma Lua...
A luz da vida;
Une nossos passados... Sem que fiquemos sabendo...
Traz força, acreditar nas fraquezas;
Aprendendo o certo, com o errado...
Prevendo o futuro;
Mantendo eterno o passado...


Posso viver com;
Mas, não sem você...
Quero seus dias cinzas;
Os dias azuis...
Quero viver com;
Nunca sem...


Nada resta a perder;
Interno... Enfermo, sem você...
Nunca entendido;
Sempre descartado...


Lembranças;
Dores inertes, tempo que não se move...
Ter o azar;
Duvidar da sorte...
Perder o controle;
E não podemos parar agora...


Chuva;
Sozinho com as culpas...
Ninguem nunca diz;
Como será...
Como será sem você aqui?


É fato;
Que tudo termina...
Tão jovens;
E não sabemos como nos encontrar...
Dificil esperar;
Sendo que não há, quem possa ajudar...


Sozinho;
Esperando alguém que nos diga, como será...
E ninguem nunca diz...
De volta ao mesmo;
Ao que sempre ví...
De volta ao medo;
Ao mesmo sentimento infeliz...
Quem diz?


Tento ser alguém;
Quem nunca quiz?
Quem diz?
Quem diz?
De volta ao mesmo;
Ao mesmo fim...
De volta ao mesmo;
Quem diz?


Chuva;
Sozinho com as culpas...
Ninguem nunca diz;
Nunca dizem...


É fato;
Que tudo termina...
Verdade;
Que machuca...
Sempre, de volta ao mesmo...

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

eLA!

Ela;
Consegue me encantar sem feitiços...
Ela;
Consegue me fazer desejar, ao mesmo tempo, me deixa timído...
Ela;
Consegue me fazer sentir o sim e o não...
Ela;
Consegue tanto e nem sabe...
Ela;
Me fascina, sem querer fascinar!
Ela;
Me domina, sem querer dominar...



O medo;
Faz meu coração parar e depois, o faz disparar...


Ela;
Consegue me fazer pensar em milhões de dizeres...
Ela;
Consegue roubar toda minha coragem, apenas com um olhar...
Ela;
Me fascina, sem querer fascinar!
Ela;
Me domina, sem querer dominar...
Ela;
Consegue me encantar sem feitiços...
Me faz pensar que ela;
É tudo o que preciso...


O medo;
Consegue fazer meu coração parar e depois, faze-lo disparar...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

IndefiniDO!

Mais uma vez;
A chuva escondeu minhas lágrimas...
Outra vez;
Aqui sem você...
Sozinho;
Querendo acreditar, que não é preciso outro alguém...


O tempo parou;
Parei no tempo...
Minhas guerras;
Contra meus desejos...
Meus pecados;
Contra meus acertos...


Lembro-me do passado;
Sonho com o futuro...
Serei sempre Deus;
Imaturo e inseguro?
Sempre terei medo;
Escondendo-me nessa chuva?
Aqui;
Repetidamente nesse tempo parado...
O futuro;
Exatamente igual ao passado...


Sozinho;
Querendo acreditar, que não é preciso outro alguém...
Serei sempre Deus;
Imaturo e inseguro?
Sempre me afastarei de qualquer outro alguém;
Me sentirei sempre ninguém?


Sempre sozinho;
Querendo acreditar que não é preciso outro alguém...
Me escondendo;
Nessa chuva outra vez...

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

NinGUÉm EntEnde!

Não fale do que não entende;
Não minta dizendo que sente...
O amor, ninguém entende;
Sofre quem o sente, quando quem se ama, não corresponde e não compreende...
Olhe a ponte;
À sua frente...


Nunca quiz saber;
Fechei meus olhos pra não ver o que conseguem fazer...
Quem me ama, me surpreende;
Pois nunca irei entender...


Fechei minha porta pra me aquecer;
Sozinho agora querendo aprender...
Me trancando do mundo lá fora;
Tentando me entender...


Olhe a ponte;
À sua frente...
Não se jogue;
Se não entende...
Procure por quem te compreende...
O amor, ninguem entende;
Sofre quem o sente...


Olhe a ponte;
À sua frente...
Não fale do que não entende;
Não minta dizendo que sente...

DisTAntE de TÍ!

Por que não posso estar contigo?
Esse medo, que me faz querer me esconder?
Não era assim, tão distante;
Sou medo... Medo do infame...
Me sinto mal em apenas querer;
E é o máximo, que consigo fazer...
Essas chuvas;
Cinzas... Como minha tristeza...


Tudo culpa do passado;
Culpa dos amores errados...
Os erros;
Que trazem o medo e insegurança, me fazem querer fugir do verdadeiro amor...


Por que não posso estar contigo?
Meu medo, me faz me esconder...
Sempre agora, tão distante;
Medo, de tudo ser como antes...
Encontro segurança;
Na solidão...


Em silencio;
Desejo-te tanto...
Me sinto mal, em apenas querer;
E é o máximo, que consigo fazer...


O medo;
Deixa minhas mãos atadas...
O passado;
As facadas...
Sinto medo;
De novamente ter que suportar as mesmas dores...


Em silencio;
Desejo tanto estar contigo...
E, me encontro tão distante de tí;
Meu corpo está aqui e minha mente sempre tão distante...
Medo;
De que tudo seja como antes... Medo do infame...

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

PErDiDO!

Quando encontrar meu caminho;
Espero que lhe encontre...
Não quero estar;
Tão sozinho, me sentindo tão perdido...


Fuí;
Com a certeza que iria me reencontrar...
Me perdi;
Mais e mais nessa estrada sem destino...


O que fazer;
Quando se está sozinho, perdido?
Que fazer;
De que preciso?


Perdido;
Com medo de nunca encontrar você...
Perdido;
Sempre sem saber...


De bar em bar;
Caminhando pelo meio fio...
Perdido;
Com frio...


Quero encontrar você;
Que me tire dessa confusão na qual me perdi...
Mostre-me um caminho, que possa seguir;
Uma direção...


Perdido;
Sem saber qual caminho escolher...
Que essa estrada me salve;
Que me leve até você...

sábado, 11 de dezembro de 2010

mÃe TeRrA!

É tempo de agir;
E só fazemos esperar...
É tempo de tentar corrigir;
E só fazemos errar...


Não quero ter que acertar as contas;
Mas,também serei julgado...
Rendido;
Obrigado a fazer parte, do que acho errado...


A Terra pertence a todos nós;
Nem todos são donos...
Reis;
Sem tronos...
Todos compartilharão;
O mesmo fim...
É triste;
Pensar assim...


É tempo de mudar;
Usamos tanto do velho...
Tempo de tentar o novo;
Um novo método...


A Terra;
Pertence a todos nós e não somos os donos...
Mendigos que somos;
Não é nosso;
Nem esse corpo...


Não quero acertar as contas, mas;
Por crucificar Jesus cristo, também serei julgado...
Por tanta diferença;
É o que acho... Que no final, seremos todos errados...


É a consequencia;
Que já vem do passado...
Dos tempos de guerra;
Dos dias de escravos...


A Terra;
Pertence a todos nós e não somos os donos...
Mendigos que somos;
Não é nosso;
Nem esse corpo...

DEsTinOS oPOSTOs!

Caminhos que se encontram;
Destinos opostos...
Olhares que sempre dizem;
Linguagens de nossos corpos...



O que fiz;
Fiz pra merecer isso?
O que me diz;
Me diz que não quer correr riscos?
Riscos;
Como saberemos, se não os correr?
Vamos lá;
Vamos ver...



Não há mais nada;
Não existe vida, verdade, amor, felicidade....
Não encontro sossego e sempre procuro paz;
Não encontro nada na verdade... Apenas momentos banais...
Meus pensamentos chegam até você?
E, tudo o que faço;
Te faz vir aqui...


Os caminhos;
Que sempre se encontram...
Os destinos;
Sempre nas direções opostas...
O flerte;
Que diz muito mais, do que nossos corpos conseguiriam fazer...


Não precisa ter sentido;
Apenas coragem e um certo medo de correr riscos...
E tudo agora;
Resume-se no medo... Pessimismo...
E tudo o que faço;
Traz você aqui...
Caminhos que se encontram;
Destinos opostos...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

eLA!

Essa menina;
É uma mulher agora ...
Me deixa triste estar só;
E só penso em alguma coisa para fazer ...
Em como estar com ela;
Qualquer coisa, irei fazer ...
Meus maiores medos;
Tentarei enfrentar...
E eles não me deixam agir...
Sempre o medo de me cortar;
Novamente me ferir...


Essa mulher;
Me deixa louco ...
Com sua fonte de luz;
Ela faz toda a minha vida, queimar como as estrelas ...
E quando a noite chega;
Ela é a unica centelha que vejo...
É a unica, com quem quero estar, a unica que desejo;
E estou sozinho, vendo ela brilhar...
Com medo;
Medo de novamente sangrar...


Sou um menino, que brinca de ser homem;
Jovem e imaturo...
Ando sempre com medo;
Inseguro...
Disfarçando a tristeza;
Com uma falsa alegria...
Mentiras...


Achei que seria bom entrar nesse show;
Achei que iria ser bom...
Tentar novamente;
Quebrar as correntes, que ao medo me prendem...
Ela;
Me encoraja, ao mesmo tempo, que o medo é maior...
Medo da dor e de nada ser diferente;
Sorrir sempre o mesmo sorriso deprimente...
Escolhas;
Que faço inconsciente...


Ela;
É toda luz que ilumina minhas trevas...
Mas tenho medo;
Medo de apenas ser uma luz passageira...
Como antes...
Tenho medo de que tudo seja novamente igual;
Mas ela;
Consegue me fazer entrar em conflitos...
O medo;
A insegurança...


Sou um menino, que brinca de ser homem;
Jovem e imaturo...
Ando sempre com medo;
Inseguro...
Disfarçando a tristeza;
Com uma falsa alegria...
Mentiras...


Mãe;
Acha que ela conseguirá fazer o que você não fez?
Pai;
Acha que ela fará tudo outra vez?
Não entendo;
Por que perder tanto tempo...
Conflitos;
Velho medo...
Mãe;
Você acha?


Sou um menino, que brinca de ser homem;
Jovem e imaturo...
Ando sempre com medo;
Inseguro...
Disfarçando a tristeza;
Com uma falsa alegria...
Mentiras...


Essa menina;
É uma mulher agora ...
Me deixa triste estar só;
E só penso em alguma coisa para fazer ...
Em como estar com ela;
Qualquer coisa, irei fazer ...
Meus maiores medos;
Tentarei enfrentar...
E eles não me deixam agir...
Sempre o medo de me cortar;
Novamente me ferir...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

MEnTE DoENtIA!

Da nação, onde está saúde;
Com hospitais deprimentes, sem profissionais, competentes?
Enquanto roubam e mentem;
De nossas crianças, onde encontra-se a educação?
Apenas nos tempos de eleição;
Quando dizem investirem milhões?

Preferível um povo burro;
Que ande moribundo...
Disseram que pior que está, não poderia ficar;
E, entraram pra piorar...
Precisamos de palhaços;
Precisamos de atenção?
Falsos protestos;
Existem outros manifestos...


Do povo, a vergonha;
Comodismo puro... Sedentarismo na velha babilonia...
Nada tem sentido;
Em um país que é tão belissimo...
Preferem mentir;
Preferem roubar...


É a mente;
Doentia do homem...
As máquinas;
Que vencem guerras...
A riqueza;
Que não vive sem a miséria...


Tanta desigualdade;
Tanta desunião...
Caminhamos pra calamidade;
Antagônicos da felicidade...
Apenas nós mesmos podemos nos salvar;
Deus já não quer escutar...


Os mesmos sorrisos;
Campanhas com dinheiro ilegal...
Do nosso povo;
O silencio do velho comodismo... Sedentarismo...


É a mente;
Doentia do homem...
As máquinas;
Que vencem guerras...
A riqueza;
Que não vive sem a miséria...


Da nação;
Quem roubou a coragem?
Dos politicos;
O medo da honestidade...


Preferível um povo burro;
Que ande moribundo...
Disseram que pior que está, não poderia ficar;
E, entraram pra piorar...
Precisamos de palhaços;
Precisamos de atenção?
Falsos protestos;
Existem outros manifestos...

domingo, 5 de dezembro de 2010

SEmprE EsPInHOS!

Ir;
Sem voltar...
Vir aqui;
Sem ficar...
Não quero aquilo que me oferece;
Já que são sempre espinhos...
Sinto tanto frio;
Irei em busca, de algum lugar aquecido...


Sozinho;
Sem querer conversar...
É o que sobrou;
Do que já eram pedaços...
É um pouco mais daquilo;
Do que já estou acostumado...
As mesmas feridas;
Os mesmos pedaços...


Quero ir sozinho agora;
Procurar o que minha alma perdeu...
Ir;
Sem voltar...
Não me chame;
Não irei olhar pra tras...
Não me chame;
Não irei voltar...


Você sabia;
O quanto já me enganei e me feri...
Acabou de me enganar;
Com espinhos, acabas de me ferir...
As mentiras;
Perguntas, sem nem respostas...


Não me importo;
Estava em suas mãos...
Entregue até os ossos;
E com espinhos;
Acabas de me ferir...
Agora me liberto;
Com o tempo, me regenero...
Sempre as mesmas feridas;
Já são tantas as cicatrizes... Foram tantas nessa vida...


Ir;
Sem voltar...
Vir aqui;
Sem ficar...
Não quero aquilo que me oferece;
Já que são sempre espinhos...
Sinto tanto frio;
Irei em busca, de algum lugar aquecido...

SorRiR e MEntIR!

Sempre assim;
Eles sorriem e depois mentem...
Sorrindo com todos os dentes;
Também quero mentir...
Fingir sorrir...

Não quero ouro;
Faço do amor, meu tesouro!
Me dizem ser pouco;
Mentirosos loucos!

Quando vendem;
É pelo poder...
Quando mentem;
É pelo prazer...
Mentem o tempo todo;
Nunca deixam de vender... Falsidades...


Vemos o desgosto em um esgar;
Num velho sorriso amarelo...
Ouro?
Obrigado, não quero...
Dizem que o amor, também é vendido;
Outro rendido em sua bondade...
Já somos;
Banalidades...


Meu sorriso;
Mentiroso...
Meu amor verdadeiro sendo sequestrado;
Vendido... Comprado...
Obrigado...
Ouro de tolo não quero;
Obrigado!

sábado, 4 de dezembro de 2010

AmAnHEcER!

Gata;
Desejo estar contigo em cada amanhecer...
Ver-te dormir;
Acordar primeiro que você...


Gata;
É muita loucura?
Desejar que seja a minha e única?
Muita loucura?
Por que minha solidão;
Tanto te procura?


Gata;
Você é quem me completa...
Do resto;
Nada interessa...
Os céus estão liberados;
Nosso amor ainda repousa e estamos parados...


Gata;
Não se assuste...
Apenas quero ver-te dormir;
Primeiro que você acordar...
Em cada amanhecer;
Acordar com você...


Em cada amanhecer;
Acordar com você...

LÁgRImAS!

Mais uma vez;
Minha boca ficou salgada com a tristeza...
O descontrole;
Faz esse sal, ter gosto de cinzas...


Me escondendo dos dias;
Fugindo da noite...
Essa chuva;
Que esconde minhas lágrimas...
Essas cicatrizes;
Que um dia foram cortes...
Ensinaram me à viver...


Me escondendo de tudo;
Me escondendo de todos...
É o medo;
Medo da sorte, já que trouxe-me tantos cortes...


Sentado sozinho;
Sob o sol do novo dia...
A velha;
A nova agonia...
Sempre enganado tristeza;
Com falsa alegria...


Mais uma vez;
Desejar estar ao seu lado...
Seria a real alegria;
Que a tristeza embora mandaria?
Mas, me lembro daquela noite;
Que salgou minha boca...
Lembro-me como é estar;
Sentado aqui sozinho, sem você ao meu lado...


Sentado sozinho;
Sob o sol do novo dia...
A velha;
A nova agonia...
Sempre enganado tristeza;
Com falsa alegria...

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

EtErNA DanÇa!

Vejo a vida dançar eternamente com a morte;
Como duas amantes opostas...
Vejo o medo e a coragem;
De mãos dadas, me virando as costas...
Igual ao promotor que acusa;
Dependente do advogado e sua defesa...
Sou o caçador;
Sou a presa...


Vejo a eterna junção dos opostos;
Uso o que gosto, quero o que não posso...
Sempre o não;
Dizendo sim...
É o bem;
Nescessitado do mal, em uma eterna dança...
Ninguém se cansa;
Da mesma velha dança que não tem fim...


É a tristeza;
Sorrindo da alegria...
É o tudo;
Abraçado com o nada, em uma eterna dança ensaiada...
Sou o caçador;
Sou também, a caça...


Nessa eterna dança;
Ensaio meus passos...
Com a vida e morte;
Aos abraços...


Vejo a verdade;
Mentindo com a mentira...
A sanidade;
Em coreografias malucas com a loucura!
Vejo a alegria;
Chorar com a tristeza...


Nessa eterna dança;
Ensaio meus passos...
Com a vida e morte;
Aos abraços...

MEroS mEdoS, MeDos MEros...

Me sinto preso;
Como se o medo fosse uma corrente.
Vejo a vida deprimente;
Todos mentem.
Ninguém entende e porque tanto mentem?
Nao sou o unico e nem fui o primeiro;
A tentar entender tudo do começo.
Mas, quanto mais tento, mais me perco;
E nossos caminhos irao se encontrar.
Talvez seja você quem irá me salvar;
Destrancar as correntes.
Me fazer sorrir com todos os dentes.
Esquecer.....
O medo que tenho de viver.
Nao quero sozinho morrer.
Mas assim se passam os dias;
Continuo preso à essa sina.
De querer e nao querer.
Me matar pra nao morrer.
Quem consegue entender?
Quem tenta estar junto de vc?
O que me entristece, pode te entreter?
Me sinto preso à pensamentos que nunca irão me deixar;
Enquanto viver sempre em tí irei pensar.

AmiZADE...

Te conheci pensando que chata fosse;

Enganei-me e vi que é um doce.

Mesmo que por pouco tempo;

Já entende meus lamentos.

Adoro vê-la trabalhar;

Será que gosta de me escutar?

Quantas vezes me esqueci;

Ou, não quis lembrar.

Do que prometi;

Do que fui falar...

Assim como o dia começa, ele tem o seu fim;

Amanha ele se renova e é sempre assim!

Minha amizade sempre estará aqui.

Pode me dizer o que sentir;

Se esta triste, ou se feliz;

Não se esqueça de mim e conte comigo, pois também penso assim.

Só te quero feliz;

Lembrar-te que nessa vida todos somos filhos e nem todos são pais.

Não quero que se entristeça jamais!

Não deixe que te enganem;

Que te iludam.

Se olharmos pro céu, vemos a mesma lua!

É guerreira;

Então vá a luta!

Ninguém vence sem disputas!

E lembre-se...

Não irei deixar você esquecer;

Serei seu amigo até eu morrer!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

SenTiMEntOS!

Não sei se ainda os tenho... E é sempre tristeza...
Sinto tanto frio;
Mas, já não existe medo...

Tudo aquilo que fiz;
Foi apenas errar...
Tive que encontrar nos erros, uma forma de matar esses medos;
Já que não aprendi, deixar de errar...
Sempre quieto;
Sem querer conversar...


Enchendo a cara;
Bebendo todos os dias...
Enganando tristeza;
Com falsa alegria...


Fiz de conta que passou;
Inventei que a vida mudou...
Decidi viver inerte;
Sem saber onde ir... Indo onde querem...


Sentimentos;
Não quero possuí-los...
Mas é sempre tristeza;
Sempre é tão intensa...
Com essa intensidade;
Conseguia amar...


Sempre os mesmos erros, sem aprender acertar;
Errar, errar, errar e errar...
Minha burrice;
Amar e acreditar no próximo...
Sempre acreditei;
Mas agora matei... Todas crenças...


Fiz de conta que passou;
Inventei que a vida mudou...
Decidi viver inerte;
Sem saber onde ir... Indo onde querem...


Enchendo a cara;
Bebendo todos os dias...
Eganando tristeza;
Com falsa alegria...


Sentimentos;
Não quero possuí-los...
Mas é sempre tristeza;
Sempre é tão intensa...
Com essa intensidade;
Conseguia amar...

SEmPrE PEnsaR!

Posso pensar pra sempre;

Sempre até morrer.

Posso não dizer nada;

E tudo querer dizer.

Posso mudar o futuro se eu quiser?

Ou, o passado diz tudo desde o presente?

Porque mentem?

Como é que tem gente, que não entende;

Não imagina e nem se indigna.

Será que seria eu mais sorridente com mais metais?

De tudo que tenho, quero mais;

Muito mais.

Me preocupar em conquistar,só com meu prazer;

Com que posso comprar,ou, com que posso ter.

Me desculpe você se te machuco;

Ou se pragas rogo que nem maluco.

Penso diferente;

Pra você talvez seja deprimente.

Ninguém assume as dores;

Apenas querem e poucos conseguem.

Algo sempre interfere;

Ninguém vê que não dá tempo.

Pra viver realmente;

Pra se dizer o que sente.

Muitos mentem o que realmente sentem;

Oprimidos pelo fato de que existimos apenas por existir.

Também já fui capaz de mentir e fingir.

Também já corri em fuga;

Corri da luta!

Vi que iria sair perdendo se começasse a demonstrar meus sentimentos;

Que às vezes nem mesmo eu entendo!

Porque continuar querendo o que não estou de fato tendo?

É muito pedir pra que feliz eu vá morrendo?

Não sei dessa de entender o que queremos;

Quantas mentiras vendemos.

Todas essas vidas que destruímos;

Da verdade sempre fugindo!

Posso pensar pra sempre;

Você vir e dizer: Deprimente.

Mas, me conte o que sente;

Vejamos se alguém entende.

Vamos tentar nos expressar e de falto algo tentar mudar;

Pois, vejo todos falando, falando e falando.

Mas de fato estão ajudando?

Se ajudando?

Ajuda quem esta se matando;

Pra não morrer trabalhando?

Ou, todos podiam lutar;

Por algo que realmente deveria triunfar?

Se você planta, a chuva não vem pra regar?

Posso pensar pra sempre;

E você sei que diria: Deprimente...´´
´´ Posso pensar pra sempre;

Sempre até morrer.

Posso não dizer nada;

E tudo querer dizer.

Posso mudar o futuro se eu quiser?

Ou, o passado diz tudo desde o presente?

Porque mentem?

Como é que tem gente, que não entende;

Não imagina e nem se indigna.

Será que seria eu mais sorridente com mais metais?

De tudo que tenho, quero mais;

Muito mais.

Me preocupar em conquistar,só com meu prazer;

Com que posso comprar,ou, com que posso ter.

Me desculpe você se te machuco;

Ou se pragas rogo que nem maluco.

Penso diferente;

Pra você talvez seja deprimente.

Ninguém assume as dores;

Apenas querem e poucos conseguem.

Algo sempre interfere;

Ninguém vê que não dá tempo.

Pra viver realmente;

Pra se dizer o que sente.

Muitos mentem o que realmente sentem;

Oprimidos pelo fato de que existimos apenas por existir.

Também já fui capaz de mentir e fingir.

Também já corri em fuga;

Corri da luta!

Vi que iria sair perdendo se começasse a demonstrar meus sentimentos;

Que às vezes nem mesmo eu entendo!

Porque continuar querendo o que não estou de fato tendo?

É muito pedir pra que feliz eu vá morrendo?

Não sei dessa de entender o que queremos;

Quantas mentiras vendemos.

Todas essas vidas que destruímos;

Da verdade sempre fugindo!

Posso pensar pra sempre;

Você vir e dizer: Deprimente.

Mas, me conte o que sente;

Vejamos se alguém entende.

Vamos tentar nos expressar e de falto algo tentar mudar;

Pois, vejo todos falando, falando e falando.

Mas de fato estão ajudando?

Se ajudando?

Ajuda quem esta se matando;

Pra não morrer trabalhando?

Ou, todos podiam lutar;

Por algo que realmente deveria triunfar?

Se você planta, a chuva não vem pra regar?

Posso pensar pra sempre;

E você sei que diria: Deprimente...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

TiC-TAC!

Acostumado a viver;
Vendo a vida correr...
Vivos;
Vendo a vida morrer...


Tudo já é banal;
Os dias iguais e matar já é normal...
Nada em paz;
Querendo sempre mais...


Chegam os anos, correm os dias;
Apenas corremos contra o tempo, trabalhando, pra viver morrendo...
Vivos;
Vendo a vida morrer...
Sou morte;
E assim é você...


Tic-tac;
Tic-tac...
Tic-tac, tic-tac, tic-tac;
Tic-tac, tic-tac, tic-tac, tic-tac, tic-tac...
Hora de correr;
Está mais rápido o tempo...
Hora de corrermos...


Sempre os mesmos dias;
Acordar, morrendo pra correria...
Dormir;
Sonhando com outra vida...

terça-feira, 30 de novembro de 2010

??

A vida me leva;
A estrada é sempre a mesma...
São saudades;
Do que nunca aconteceu...
Afetos que não existiram;
Sempre os mesmos caminhos...


As vezes acontece uma curva;
Que impressiona, faz parecer mudar a vida...
Mas, é uma curva curta;
Sempre acaba, na melhor parte...
Volta a estrada da ida sem volta...


Oh vida;
É noite, é dia...
Continuo aqui seguindo em frente;
Com as saudades de você, que não esqueci...
São saudades;
Do que não aconteceu... De tudo o que ví...


Meu corpo;
Com teu sangue manchei, mesmo sendo eu impuro...
Com sua natureza;
Pureza encontrei...
É dificil aceitar;
O que não pode ser...
Saudades;
De tudo que sempre desejamos e planejamos...


A vida me leva;
Lugar novo algum chegou...
Você não estará em nenhum deles;
Vive ainda dentro de mim...
É saudade;
Do que ficou em planos...
Saudade;
Que não morre ao longo dos anos...


Oh vida;
É noite, é dia...
Continuo aqui, seguindo em frente;
Com as saudades de você, que não esqueci...
São saudades;
Do que nunca aconteceu... Do que apenas planejamos...


Meu corpo impuro;
Com teu sangue manchei...
Pensei em me purificar;
Com sua natureza, que dá a vida...
Já que me ronda tanto, a morte;
Quero que tragas sorte...


Estradas;
Idas e vindas...
Saudades;
Noites e dias...
A vida me leva;
A estrada é sempre a mesma...
Saudades dos nossos planos, sonhos sem realidade...

VidA De MáQuiNaS!

´´Em guerra com o amor;
Do ódio, inimigo...
Como uma máquina;
Incapaz de sentir...
Do pensar;
A incapacidade de agir...


Mentir e mentir;
Viver como uma máquina, incapaz de sorrir...
Trabalhar e trabalhar;
Como uma máquina, sem descansar...


Da felicidade;
A inexistência...
Das mentiras;
A insistência...
Como uma máquina;
Sem viver e apenas existir...


Da insanidade;
Os momentaneos lapsos de razão...
Do real;
A ilusão...


Mentir e mentir;
Viver como uma máquina, sem sentimentos...
Trabalhar e trabalhar;
Como uma máquina, sem prazeres...


Você vive?
Apenas existe...
Mente e mente;
Ainda que capaz de sorrir...


Igual uma máquina;
Sem amar, sem sentir...
Vive?
Apenas existe aqui...

Do amor verdadeiro;
A inexistência...
Do poderio, do dinheiro;
A insistência da mentira, falsa felicidade...´´

MEsMOS CaMInhOS!

´´ Sempre assim;
Eles sorriem e depois mentem...
Sorrindo com todos os dentes;
Também quero mentir...
Fingir sorrir...

Não quero ouro;
Faço do amor, meu tesouro!
Me dizem ser pouco;
Mentirosos loucos!

Quando vendem;
É pelo poder...
Quando mentem;
É pelo prazer...
Meu poder maior;
É amor...
Meu medo maior;
Nunca o ter... ´´

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

CaNtE PRa MiNHa MOrTE!

Sobre morte;
Sobre vida...
Pode ser amanha meu dia;
Liberdade tão querida...


Não chore;
Apenas cante...
Estarei ao seu lado;
Cantando com você...


Esperarei por você...
Me desculpe;
Por te fazer sofrer...
Mas é a liberdade;
Liberdade tão querida...


Por favor;
Não chore...
Apenas cante;
Serei as notas nessa melodia...
Estarei em você todos os dias...


Sobre morte;
Sobre vida...
Pode ser amanha meu dia;
Liberdade tão querida...


E quando a tristeza vier pra você;
Cante minhas canções favoritas...
Esqueça minhas tendencias;
Minhas tendencias suicidas...


Por favor;
Não chore...
Apenas cante;
Estarei ao seu lado cantando com você...


Esperarei por você...
Me desculpe;
Por fazer você sofrer...
Mas é a liberdade;
Liberdade tão querida...


Que apenas a morte virá me trazer...

Por favor;
Não chore...
Lembre-se que alegre lhe peço;
Apenas cante...

Sem TiTuLo ...

Enfrentei o medo mais uma vez;
Mas, não consegui enfrentar a tristeza...
Esse por-do-sol;
Minhas incertezas...

Queria ter tudo pra te dar;
Mesmo você me virando as costas...
Perguntas;
Sem respostas...


Te daria qualquer coisa;
Diga que quer ficar...
Não vire suas costas;
Tantas perguntas, sem respostas...


Me sacrificaria;
Que você diria?
Esse por-do-sol;
Esse medo... Essa tristeza minha...


Enfrentei o medo mais uma vez;
Mas, não consegui enfrentar a tristeza...

sábado, 27 de novembro de 2010

MeNTiRAs Em CoRTEs!

São mentiras ditas;
Verdades escritas e assinadas...
São sonhos;
Ilusões do tudo e nada!


Fácil falar;
Quando não se existe o que dizer...
Cuidado com o que diz;
Pode engolir vidros e não ver...


Não diga mentiras;
Não se corte...
Não deixe que o azar decida;
Muito menos a sorte!


São mentiras minhas;
Cartas sem linhas...
Verdades assinadas;
Mentiras escritas...


São sonhos;
Eterna ilusão...
É a verdade;
Que mente pra mentira...
Mentiras minhas...


Não diga mentiras;
Não se corte...
Não deixe que o azar decida;
Muito menos a sorte!


Falam, falam e falam;
Mesmo depois de tantos cortes...
Insistem no azar;
Adoram a sorte...


Sempre dizer mentiras;
Escrever cartas, sem linhas...
Fácil falar;
Sem ter o que dizer...
Engolirá vidros, sem perceber...


Suas;
Minhas...
Poucas verdades, muitas mentiras...
É a verdade;
Que mente pra mentira...
Mentiras minhas...

Azar;
Sorte?
Apenas não minta;
Não se corte...


Não diga mentiras;
Não se corte...
Não deixe que o azar decida;
Muito menos a sorte!

SeM VoZeS!!

O que há de errado comigo?
Procuro entender e não consigo!
Agradeço por você estar em meu caminho;
Já que me sentia tão sozinho...
Mesmo estando eu aqui, e você em seu trabalho, ou, com seus amigos...
Me deu ouvidos;
Sem vozes pra escutar...
Somos amigos?
Procuro entender e não consigo;
O por que de meu egoísmo...
Por que quero o que não consigo?
Entende meu pessimismo?
Loucura que parece vicio!
Você sente o que vê?
É o que tem?
Agradeço desde o inicio por me dar atençâo;
Esqueço a solidão.
Somos amigos?
Sempre vejo o que sinto...
Sem nada não se é ninguem;
Quanto pessimismo!
Me sentia tão sozinho...
Talvez seja esgoista;
Talvez já procure o que não posso tocar...
Quero ser ninguem, nada ter;
Mas, sempre sentir o que ver...
Mesmo sem nada ter;
Somos amigos, eu e você?
Apenas desejo que tudo vá bem...
Só sua amizade pode me enriquecer...
Me faz esquecer...
Que seu dia seja lindo, envolvendo a noite também;
É o que desejo... Que tudo vá bem!
Seja feliz e dane-se a tristeza, sempre queira bem à quem o bem te deseja!
Não deixe que a vida te enlouqueça;
Não fuja quando sentir medo e não se esqueça...
Não esqueça que estarei aqui pra ajudar;
Não importa o que aconteça!
Me deixe tentar...
Apenas lhe desejo o bem;
Mesmo que longe de você possa estar...
Hey... Você, não se deixe derrotar...
Sem voz quero te dizer;
Que tudo vá bem...
Sinta o calor do sol, mesmo que a noite tenha sido fria;
Não tema nada nessa vida...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

DeSeJOS pT. 2!

Sou tristeza;
Que deseja ser feliz...
Sou solidão;
Que deseja companhia...

Sou eu;
Sem você...

Sou chuva;
Que deseja ser sol...
Sou lágrimas;
Que deseja ser sorrisos...

Sou eu;
Sem você...

Sou dia;
Que deseja ser noite...
Sou morte;
Que deseja ser vida...

Sou eu...
Que deseja você...

Sou ódio;
Que deseja ser amor...
Sou o ruim;
Que deseja ser o bem...

Sou eu;
Que deseja você...

Sou tristeza;
Que deseja ser feliz...
Sou solidão;
Que deseja companhia...

Sou mentira;
Que deseja ser verdade...
Sou infelicidade;
Que deseja ser alegria...

Sou eu;
Que deseja você...


Sou eu;
Que deseja você...

Sou eu;
Que deseja você...

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

vÁdIO!

Como um cão vadio;
Anbandonado e infeliz...
O mesmo frio;
A mesma praça...

O mesmo osso roído;
As mesmas feridas...
A mesma manha na cidade;
Tudo cinza...

A mesma maneira de sentir;
A renovada vontade de morrer enfim...
Correr;
Sem ter onde ir...

Igual à um cão;
Abandonado, com medo... Acuado...
O mesmo olhar triste;
Os desejos renovados...

Sempre assim;
Te afagam e depois abandonam...
Não lhe permitem;
Escolher...

Nunca te deixam;
Nunca te deixam escolher...
Sempre cinza;
A mesma manha cinza...

Esqueci dos momentos...
Igual à um cão;
Reaprendí a me virar sozinho...

sábado, 20 de novembro de 2010

EtERNO mEDo!

Novamente o medo;
Sem saber o que fazer, deixar o tempo agir...
Esperar o amor;
Em um medo eterno de ele nunca vir...

Tenho esse sentimento;
Essa vontade de sumir...
Todo o sentido;
Já nem faz tanto sentido assim...

É sempre o medo;
Sempre o medo de ser infeliz...
Em silencio;
Deixando o tempo agir...

Em meu carro;
Essa mesma estrada...
Sem nunca encontrar o destino;
Com medo da eterna solidão...

Você já viu o fim?
Espero que o tempo traga você aqui...
Tenho esse desejo;
O mesmo medo de o amor nunca vir...

O tempo voa;
E sempre é o mesmo medo...
Os sonhos;
Misturados com os desejos...

Não faz nenhum sentido;
Precisar tanto de tí...
Não faz nenhum sentido;
Mas, desejo tanto você aqui...

Esse meu medo...
Essa minha solidão...
Todo o sentido;
Já nem faz tanto sentido assim...

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

ElA TrOUxE ViDA!

Ela vem todas as vezes;
Como se fosse a primeira...
Como a primeira vez;
Conquistando-me de uma nova maneira...

Os sonhos eram os mesmos;
Sempre os mesmos erros...
Sempre a mesma cegueira;
Com a perfeita visão...

Ela deu vida aos meus sentimentos;
Me ensinou o que é amar...
Como a primeira vez;
De uma maneira diferente...

Ela vem todas as vezes;
Enfeitiçar-me sem encantos...
Como a primeira vez;
Enfeitiçando-me de uma maneira diferente...

Os sonhos eram os mesmos;
Sempre os mesmos erros...
Sempre a mesma cegueira;
Com a perfeita visão...

Ela deu vida aos meus sentimentos;
Ela deu vida aos meus desejos...
Como a primeira vez;
De uma maneira diferente...

Ela vem todas as vezes;
Como se fosse a primeira...
Como a primeira vez;
Conquistando-me de uma nova maneira e sempre como se fosse a primeira...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

SeM TiTuLO!

Oi...
Só vim pra dizer;
Que tudo vá bem...
Oi...
Só vim pra te ver;
Sem você saber...

Hoje, só queria estar com você, tocar sua face, ver seus olhos e entende-los como se falassem...
Preciso de mais do que sou;
Preencher o vazio com o que restou...

Oi...
Talvez eu, quem esteja na solidão...
Obrigado por me dar atenção;
Quero estar sempre junto a tí...
Que dure pra sempre...
Ou, que reaprenda a viver;
Sem você aqui...

Que seja feliz;
Que tudo vá bem...
Oi...
Mesmo sem sua atenção...
Sorria, pois é linda;
Meu poema, minha poesia...

Que tudo vá bem em todos seus dias;
Talvez eu, quem está na solidão...
Procurando por alguém;
Que me tire dessa fria escuridão...

Que me estenda a mão;
Que faça sentir a segurança, de não estar sozinho...

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

MoTiVOs!

Meus olhos, cegos pela escuridão do amor;
Fizeram minhas ações incoerentes...
Inconsequentes...
Totalmente deprimente;
Tentar quebrar as correntes dos erros, sempre e sempre carregar o peso da culpa, sem o perdão...

É triste trair;
Ser traído...
É sádico tentar entender;
Motivos...

Indefinido;
É o futuro, quando nem começamos a nos preocupar com o presente...
O mesmo abismo;
Das escolhas, do perigo...

Meus olhos que me enganam;
Tudo culpa daquilo que se quer ver...
O amor;
Nos faz ver aquilo chamado de impossivel, ser totalmente mentira...

Melhor viver cego então;
Do que ver a tristeza dançar e rir...

É triste trair;
Ser traído...
É sádico tentar entender;
Motivos...

Encontre-me em um outro dia...
Se hoje temos medo;
Amanha poderá não ser assim...

É sádico tentar entender;
Motivos...

domingo, 14 de novembro de 2010

QuEm DiZ?

A escoria;
Da infelicidade, a vergonha...
Somos a riqueza;
Que usa de pilar, os pobres...

Tanta diferença agora;
Ao mesmo inicio do fim...
Quem diz;
É a natureza quem diz...
Quem diz é a natureza...

Somos o lixo;
A ser varrido...
Da desigualdade, a verdadeira tristeza...
Mergulhamos em um mar de incertezas;
Preferimos a vergonha e a tristeza...

Sou hipocrisia;
Somos assim...
Destruir pra consumir;
Da pobreza;
A furia faminta dos ricos...
Apenas destruimos!

O fato de existir;
Destroi...
O inicio do fim;
Provará que somos iguais...
Todos;
Pobres e ricos... Somos iguais...

Somos a mesma morte;
E a natureza é quem diz...
A natureza quem disse...

Proximos do inicio do fim;
Proximos da real verdade...
Onde estaremos;
Quando não existir mais o que usar?
Pobres e ricos;
Qual irá triunfar?

Homem contra homem;
Contra natureza...
Guerras;
Dinheiro...
Seremos egoistas até o fim...
E o fim já esta em seu inicio;
A natureza é quem diz...

sábado, 13 de novembro de 2010

jArDInS E FloREs!

Suas cores;
Todas suas verdades e suas dores...
Não sei se componho;
Ou, mando flores...
Como se não soubesse;
Não quisesse...
É frio;
Inerte!

Minha indecisão;
Junta-se com meus temores...
Nós;
Nossos ódios e amores...
Jardins;
Suas flores...

Me ajude;
Me afunde...
Me ame;
Me odeie antes de tudo...
Somos a carne;
Os prazeres...
Sem dizeres, conseguimos nos entender?
Então, falar pra que?

Nós;
Nossos ódios e amores...
Jardins;
Suas flores...
Minha indecisão;
Esse medo, de o amor ser ilusão...

Suas cores;
Todas suas verdades e suas dores...
Não precisam composição;
Muito menos flores...
Como se não soubesse;
Não quisesse...
Frio...
De tão inerte!

Minha indecisão;
Junta-se com meus temores...
Nós;
Nossos ódios e amores...
Jardins;
Suas flores...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

PeNsaMEntOS VaGoS...

Já pensei em mil maneiras;

Isso é pecado?

Já tive dias quentes...

Dias nublados...

É o novo;

Misturado com o velho...

O certo;

De mãos dadas com o incerto...

O dinheiro...

Por que tanto desprezo e quero?

Nada legal;

Não temo mas não queria...

Qual a vitória;

Mesmo sendo gerra fria?

Qual a vitória?

O fim?

O inicio do fim?

O dinheiro;

Presente o tempo inteiro...

Os latidos;

As vozes...

O azar;

A sorte...

Vida;

Morte...

Tanto desprezo;

Quanto quero...

Sem voz;

Outro manifesto...

Olhos fechados;

Sentimentos fluentes...

A vida vai;

Nem conto o tempo...

Ensino;

Menos que aprendo...

Luto;

Contra algo que não compreendo...

Vivo;

Lamento?

Lamentamos;

Eu e você?

Acostumados;

Esquecidos do tempo...

Tempo de viver;

Sem pensar na hora de morrer...

Tão sem sentido;

Tantos comprimidos...

Tanta dor;

Sem anestesia...

Tanto tempo;

Tantos dias perdidos...

Quem diria?

Um endereço;

Uma avenida...

Quem disse;

Um telefone não bastaria...

Velhos;

Calculistas?

Velhos;

Suicidas?

Mentiras ao pó?

Alegria;

Dinheiro é melhor?

Hipocrisia;

Do verdadeiro valor...

Do pó ao pó;

A mesmice...

Sempre o frio;

Com o mesmo sol...

Sempre a estrela;

Com o mesmo desejo...

A dor;

Com a velha ilusão...

O sonho;

Sem realização...

Uma nova era;

Sendo a mesma vida...

Uma mentira;

Forçada como verdade em nossas faces...

A velha;

Hipocrisia...

Um, dois, três;

Mais quatro dias...

Somos as suas;

As minhas mentiras...

Esquecer;

Jogar calculista!

Arronhões;

Passado, outra vida?

Um outro;

Novo dia?

Fogo;

Faísca?

Frio;

Calculista?

Ódios e malicias?

Morte;

Sem vida?

Amor;

Sem harmonia...

Ser frio;

É ser morte sem vida...

Sem amor;

O que é vida?

Outra guerra;

Perdida...

Sonhos;

Fantasia?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Ao MuNDo... Ao LAr...

É noite;
Passáros cantam...
Noite;
Uma varanda...


Ciranda;
De crianças...
O sábia canta e a noite;
Dança...


É noite;
Somos crianças...
Sem ciranda;
O sábia não canta...


Essa varanda;
Todos esses passos de dança...
Sábia;
Por que não canta?


É noite;
Passáros cantam...
Noite;
Uma varanda...


A noite;
Dança...
Parece não querer terminar;
Embora já venha com o gosto do fim...
Inevitavelmente;
Morrerá...


Ciranda;
De crianças...
Canta o sábia;
A noite;
Não para de dançar...


Essa varanda;
Que é meu quarto...
Esse mundo;
Que é meu lar...

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

ObescEno MentAl!

Tento amar;
Me fazem ter ódio da vida!
Fantasio com um mundo sem fome;
Na realidade, as pessoas morrem...
Sou o obsceno mental;
Querendo destruir todo esse ódio banal!
Fazendo parte de um tudo;
Que é nada no final...


Em minha mente existe um mundo sem fome, sem guerras, sem misérias;
A realidade me espanca com a verdade venérea...
Sou um obsceno mental;
Vivendo fora do real...
Tentando cruzar a dimensão do pensamento;
Me perdendo todo obsceno!


Outro corrompido;
Em conflito com eles, que me chamam de demente...
Vendem armas;
Exportam guerra...
E sou a mentira... A loucura insana!
Apenas queria que não existisse tanta dor, que todos fossem donos do que for;
Faço tanta parte desse mesmo terror...
Egoistas!
Minhas e suas mentiras...
Obscenidades mentais;
Acreditar que os tolos abandonariam os metais...


Sou o obsceno mental;
Querendo destruir todo esse ódio banal!
Fazendo parte de um tudo;
Que é nada no final...
Egoista... É o que sou...
Um poeta julgado de louco;
Por achar que ouro... Seja pouco!
Amor...
Meu baú... Meu tesouro!!


Um mundo onde todas as bocas sorririam;
Fome não existiria...
Minhas obscenidades que se afloram;
Imagina se todos tivessem uma boa casa agora?
Outro corrompido no final;
Não consegue vence-los, junte-se a eles...
Correr contra o tempo;
Deprimente...
Ter dinheiro;
Viver sorridente...
Sem amor;
Deprimente...


Sou o obsceno mental;
Querendo destruir todo esse ódio banal!
Fazendo parte de um tudo;
Que é nada no final...

domingo, 19 de setembro de 2010

Aos BeiJoS E AoS AbRAçOS! - SauDaDeS!

A morte veio me buscar;
Encontrou um corpo vazio...
Oco e já sem sentimentos;
Não existem lamentos, ou, arrependimentos...
Verdades, mentiras... Lugares pra fugir...
Mesmo assim;
A morte me quis...
Apenas por respirar;
Ocupar um espaço e por ainda correr sangue em minhas veias... Mesmo que já frio...



Sempre acreditei na vida;
E mataram minhas crenças...
Deixando-me sem nada;
Apenas com as vozes que dizem:
Venda sua alma!
Salve sua alma!
Não faça nada...
Apenas exista...
Corra!


Às vezes penso que apenas vegeto;
E ainda assim... A morte me deseja e não me desespero...
Também a desejo!
Sim!
Que venha buscar a todos;
Só se preocupam com ouro...
Quero que se fodam os outros;
Meu corpo vazio... Oco...
A morte me beija;
O mesmo frio meu, sinto em seu abraço!
E não medo...
Medo?
Tenho dessa história de mentir!


A morte veio me buscar;
Encontrou um corpo vazio de quem morrerá novamente...
Sorrindo agora com todos os dentes...
Já havia deixado de viver;
Quando passei apenas a existir...
Mesmo assim;
A morte me quis...
Morrerei então novamente;
Agora... Sorrindo com todos os dentes...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

LevA e TraZ!

Leva e traz, leva e traz;

Por que não me deixa em paz?

O que tanto na minha vida te satisfaz?

Coloque meus erros em todos os jornais!

Abuse de meus segredos;

Faça hinos dos meus defeitos!



Leva e traz, leva e traz;

Ficar na janela é seu entretenimento?

O que tanto na minha vida te incomoda?

Cuidar da sua vida não é só o que importa?

Só a minha já e demais;

Os problemas e tudo o mais!

Correr pra não ficar pra traz;

Por que não me deixa em paz?



Tanto levou aquilo que trouxe;

Parece que faria o que fosse...

Vamos cantar o hino;

É meu amigo, ou, inimigo?

Amigo do inimigo?

Faça sua rede;

Traga até aqui e leve pra eles...



Qualquer momento;

Verei meu rosto impresso em branco e preto...

Nas capas dos jornais;

Com meus defeitos todos banais!

Que foram vendidos pelo leva e traz...

Leva e traz, leva e traz;

Nunca é demais?

Apenas sua vida não te satisfaz?



Resta muito pouco tempo pra viver;

Não venha me trazer... Não venha trazer...

Já tenho meus problemas;

Não leve pra eles... Não me traga mais...

Me deixe em paz...

Apenas sua vida não te satisfaz?

Leva e traz, não quero saber;

Não venha levar, não venha trazer!

Não quero saber... Não quero saber...



Leva e traz, leva e traz;

Por que não me deixa em paz?

O que tanto na minha vida te satisfaz?

Coloque meus erros em todos os jornais!

Abuse de meus segredos;

Faça hinos dos meus defeitos!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

LiBERdADe Em SEu FiM!

O sorriso amarelo e demente;
Os punhais tortos e o alvo em mente...
Com eles cortar toda a dor;
Proteger-me contra quem mente e me punir... Quando mentir...
Suportar toda a dor por errar;
Carregar as cicatrizes pra provar e mostrar... Os punhais pra cortar...


Quem conhece a dor da miséria nunca mais esquece;
Quem se torna rico... Enlouquece!
Tento cortar toda essa mentira;
Tento viver ao contrário de apenas existir...
Somos a infecção contagiosa;
A peste sem cura milagrosa!


Na sede de seguirmos em frente somos capazes de atrocidades;
E sou o demente por apenas me proteger e por também me punir, ainda que capaz de sorrir...
Laminas afiadas prontas pra fazerem o sangue quente jorrar;
Mais uma vez nos provar que nada somos...
Da carne ao osso;
Do osso ao pó!
Cicatrizes que somem com o tempo... Restam os lamentos...


Não existe piedade;
Mentiras ou verdades?
O pobre que sonha com a riqueza;
Ricos que não conhecem a pobreza...
Minha morte... Única certeza...
Esperança de uma velha liberdade;
Nunca a tivemos na realidade...
Em vida cometemos atrocidades e somos todos corruptos na verdade;
Não me julgue e depois deseje meus pecados...


Os pulsos e tantos outros cortes;
Já não dá pra contá-los em tanto sangue...
Esse sorriso demente que não some;
Deseja insanamente a morte...
Fim?
Liberdade?
Todos esses cortes voltarão a ser pó juntos com minha carne e ossos;
Cicatrizes que somem com o tempo...
Restam os lamentos... De quem fica... Saudades...
Esperança da verdadeira liberdade...
Morte... Que me trazes?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

? InDEfIniDO... ?

Foi-se embora a inspiraçao do poeta...
E assim...
O poeta morreu;
Novamente o sol nasceu pra lembrar quem esqueceu que embora vivos, estamos todos mortos...
Será o poeta um profeta;
Ou, outro doido de pedra que procura onde a inspiraçao está?
Sempre será infeliz;
Por nunca conseguir encontrar, ou, sempre irá se enganar por mentir dizendo que está viva em qualquer lugar?
Inspiração pra onde foi fugir?
Desculpe por fazer o que não quis...
Por mentir... Te ferir...
Nem tudo é como sempre quis...
O que fiz?
Sempre as mesmas perguntas;
Sem vozes e nem respostas...
É ruim ter a saudade como bagagem;
Ser idiota e sempre fazer bobagens...
Desculpas simples não te trazem;
Inspiração, desculpas simples não te trazem de volta...
É ruim com todo esse ódio ao meu redor;
Sem tí, inspiração tudo fica pior!
Desculpas simples... Pelo que fiz...
Inspiração volte... Volte aqui, me deixe mais uma vez vivo;
Ao novo nascer do sol... Voltar a morrer feliz...

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

AbrAçOS E bEiJoS FRiOs!

A morte veio me buscar;
Encontrou um corpo vazio...
Oco e já sem sentimentos;
Não existem lamentos, ou, arrependimentos...
Verdades, mentiras... Lugares pra fugir...
Mesmo assim;
A morte me quis...
Apenas por respirar;
Ocupar um espaço e por ainda correr sangue em minhas veias... Mesmo que já frio...



Sempre acreditei na vida;
E mataram minhas crenças...
Deixando-me sem nada;
Apenas com as vozes que dizem:
Venda sua alma!
Salve sua alma!
Não faça nada...
Apenas exista...
Corra!


Às vezes penso que apenas vegeto;
E ainda assim... A morte me deseja e não me desespero...
Também a desejo!
Sim!
Que venha buscar a todos;
Só se preocupam com ouro...
Quero que se fodam os outros;
Meu corpo vazio... Oco...
A morte me beija;
O mesmo frio meu, sinto em seu abraço!
E não medo...
Medo?
Tenho dessa história de mentir!


A morte veio me buscar;
Encontrou um corpo vazio de quem morrerá novamente...
Sorrindo agora com todos os dentes...
Já havia deixado de viver;
Quando passei apenas a existir...
Mesmo assim;
A morte me quis...
Morrerei então novamente;
Agora... Sorrindo com todos os dentes...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

SeMpRe SeRá....

Queria parar o tempo;
Entender o fim de seu começo!
Todo ciclo tem um fim;
O fim teve seu inicio e sempre será assim!


Não tenho medo da morte;
Apenas do arrependimento no fim...
Arrependimento por apenas existir!
O inicio tem seu fim... Sempre será assim...


Esfregam em sua face;
O prazer do luxo, da riqueza...
E não levamos nada;
Nem a carne que dizemos nossa... Sempre será assim...


Que me diz?
Quem voltou e disse pra enchermos nossos bolsos?
Do outro lado... Existem bolsos?
A terra nos dá... E também recebe...
Nosso pó... Nossa carne... Sempre será assim...


Prazer da carne!
Em vida ter tudo o que o dinheiro traz;
Amor e felicidade já são sentimentos banais...
No fim...
Arrependimento por apenas existir... Sempre será assim...


Queria parar o tempo;
Entender o fim de seu começo!
Entender quando comecei apenas a existir;
Apenas existimos... Sempre será assim...

domingo, 8 de agosto de 2010

PontO fInaL!

Após o ponto final são só linhas tortas
Passamos sem ver que já tinha acabado
o tempo , e tudo mais que terminado
em cima das folhas tão mortas.

A conclusão não assimila sem reagir
Atrasado o crepúsculo sentimental
Num transporte breve ao ponto final
Outrora longínquo de se sentir

Na dicotomia gritante
remando findado um ar
cansando o meu semblante

Tão cativo a implorar
sua evolução tão distante
impedindo de me libertar.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Mesmice e sandice.

Como dizer de novo tudo o que já disse;
De uma maneira diferente?
É sempre a mesmice!
Cada um sofre à sua maneira;
Cada qual acha que vive uma vida ruim...
Por que é sempre assim, se todos vivem em um mesmo lugar?
Pra que tanto ódio se é possível amar?


Perco-me em minha mente acreditando já ter dito tudo isso;
Pra quem nunca quis escutar...
Então por que repetir tanto;
Pra que acreditar que alguém algum dia escutaria...
Que alguma coisa poderá ainda mudar...
Como conseguir ter esperança;
Sendo que o respeito já é tratado como algo do passado?
Como acreditar no amor;
Sendo que propagam tanto o ódio?


Minha criancice de acreditar na esperança;
Diante de toda essa matança...
Ninguém quer saber;
E só pensam em prazer, prazer e prazer...
Por que então eu, deixarei de ter?
Me rendo, mas discordo;
Não quero... Não gosto...
Cada um sofre à sua maneira;
E não entendem o sofrimento de ninguém...
Não respeitam também...


Onde está o amor;
Diante de toda essa ganância?
O dinheiro vale mais que qualquer afeto;
Que a alegria de uma mãe, quando finalmente alimenta sua criança...
Me diz;
Pros desafortunados, o que é esperança?
Não é por nada... Mas esses também estão dominados pela cobiça;
Como um urubu, ouriçado com sua carniça!
Todos querem viver bem suas vidas...
Fodam-se as deles...
Minha mente abre um novo caminho;
Encontro uma nova vida...
Fantasia...
Fantasia...


Sempre irei repetir...
Não odeio a vida... Apenas a maneira como sou obrigado à vive-la....

sábado, 24 de julho de 2010

Devolva-lhes meu amigo!

Enjoado;
De digerir o que me enfiam goela abaixo!
Ainda tenho que me preocupar com as mentiras que eu mesmo posso criar;
No desespero de querer encontrar o que nem sei que estou procurando...
Caminhando engolindo e regurgitando!
Tento encontrar outro caminho;
Esquecer as dores anteriores...
E apenas consigo devolver o que recebo!

É verdade!
Somos todos culpados da mesma fatalidade;
Embora existam os bons de verdade...
São todos rendidos em suas bondades;
Também queria entender essa realidade!
Obrigado a engoli-la sem gostar...
E apenas consigo devolver o que recebo;
Pavor e medo...

Doente das mesmas velhas doenças;
Crescer, perder todas as crenças e absorver o real...
Crio fantasias em minha mente;
E logo volto a me preocupar com as mentiras minhas que posso criar...
Riem de mim com graça;
Por fantasiar, fantasiar e nada mais...
E apenas consigo devolver o que recebo;
Às vezes não tenho medo da morte e até desejo que ela venha me encontrar...

Enjoado deles;
Enjoado da dor que me fazem engolir...
É dor o que consigo devolver meu amigo;
Cadê o amor que tanto acredito?
Nunca deixo de me perguntar;
Nunca deixo de um novo caminho tentar encontrar... Um novo caminho...
Apenas fantasias...
E apenas consigo devolver o que recebo;
Pavor e medo...

É verdade!
Somos todos culpados da mesma fatalidade;
Embora existam os bons de verdade...
São todos rendidos em suas bondades;
Também queria entender essa realidade!
Obrigado a engoli-la sem gostar...
E apenas consigo devolver o que recebo;
Pavor e medo...

Almejo...
Almejo que todas as pessoas tenham o mesmo fim;
Pra entenderem que em vida, poderia ter sido assim...
Mas me fazem engolir todas as guerras, todas dores e misérias;
Me fazem trilhar um caminho oposto...
Me fazem engolir o ódio e regurgitar a ganância...
Cadê o amor que tanto acredito?
Apenas fantasias... Haha... Esperança?
E apenas consigo devolver o que recebo;
Pavor e medo...
Enjoado da dor que me fazem engolir...
É dor o que consigo devolver meu amigo!

domingo, 11 de julho de 2010

SeM PrAZeR!

Não consegui reunir de volta os pedaços do meu ser;

Que se quebrou, após perceber, que vivemos sem o prazer de viver.

Não consigo explicar;

O que é tão impossível eu entender!

Todos querem o prazer de ter e o egoísmo já e ensinado como novo modo de vida;

Não queria, eu não sabia...

Quando olhos pros céus;

Vêm tantas perguntas em minha mente...

A duvida de todos que tem medo;

A morte, o pior pesadelo!

Nesse azul tão imenso;

Por que não posso voar?

Não sei se tenho medo;

Ou, se é o que desejo...

Por que procuro o que jamais irei encontrar?

O frio em minha espinha;

O que fizeram em minha mente é deprimente!

Sigo em culpa;

Em lamentos, a cada segundo o arrependimento de um inevitável amadurecimento...

Já estou cansado de procurar, procurar e procurar...

Minha identidade muda;

Mudam-se as verdades, as dores e lutas...

Sou obrigado a fazer parte de toda essa disputa;

Tenho que correr e ter muito ouro antes de morrer!

Eu, que apenas queria algo mais quente;

Vi meu ser se perder em minha própria mente!

Mas tudo bem;

Posso dizer que aprendi também...

Você é o que tem;

Sem nada, não e ninguém!

Cadê o prazer em se viver?

Há algo errado comigo;

Não quero, não consigo;

Todo esse tempo;

Acreditar que todo esse tempo estive enganado!

Errado;

Talvez eu esteja certo, junto com poucos que acreditam como eu...

Que a vida é muito curta pra nos preocuparmos com dinheiro;

Melhor seria se todos sentissem o que é verdadeiro!

Não sei se luto, ou, se me rendo...

Novamente tento encontrar;

Tento me entender...

Sigo em culpa;

Vivemos sem o prazer de viver...

Em breve irei morrer;

Será que entenderei o que ate então ninguém conseguiu explicar?

Irei me encontrar;

Ou, a morte não traz as respostas que esperei que traria?

terça-feira, 6 de julho de 2010

Verdades expostas!‏

Apenas outro poema que não esconde a verdade;

A doença de um mundo cheio de calamidade!

Já não adianta honestamente tentar viver;

Esses, desonestos, sem nada irão morrer!

Mas, o que é o nada, se esse depende do tudo pra existir?

A morte ronda nosso futuro;

O ouro é o verdadeiro triunfo?

Sou vivo, ou, outro prostituto?

É preciso pagar até pra se enterrar os defuntos...

Deus;

Sou outro imundo?

Queria viver em outro mundo!

Esquecer que caminho e vivo sou um mero defunto!

Se eu morrer, quem irá me enterrar?

Quem irá pagar?

Terei um tumulo, ou, serei outro indigente?

Indiferente!

Já sou um mendigo, se nada tenho;

Não sou dono nem de meu corpo então;

Pra que tanta busca ao tesouro?

Pra que disputar?

Pra no final a morte tudo me tomar!

Pra no final a morte tudo me tomar!

Pra que conquistar?

Apenas pelo prazer de se mostrar?

Pelo prazer de triunfar?

A eterna morte nos tomará...

Verdades expostas;

O homem e suas derrotas!