Não sei se ainda os tenho... E é sempre tristeza...
Sinto tanto frio;
Mas, já não existe medo...
Tudo aquilo que fiz;
Foi apenas errar...
Tive que encontrar nos erros, uma forma de matar esses medos;
Já que não aprendi, deixar de errar...
Sempre quieto;
Sem querer conversar...
Enchendo a cara;
Bebendo todos os dias...
Enganando tristeza;
Com falsa alegria...
Fiz de conta que passou;
Inventei que a vida mudou...
Decidi viver inerte;
Sem saber onde ir... Indo onde querem...
Sentimentos;
Não quero possuí-los...
Mas é sempre tristeza;
Sempre é tão intensa...
Com essa intensidade;
Conseguia amar...
Sempre os mesmos erros, sem aprender acertar;
Errar, errar, errar e errar...
Minha burrice;
Amar e acreditar no próximo...
Sempre acreditei;
Mas agora matei... Todas crenças...
Fiz de conta que passou;
Inventei que a vida mudou...
Decidi viver inerte;
Sem saber onde ir... Indo onde querem...
Enchendo a cara;
Bebendo todos os dias...
Eganando tristeza;
Com falsa alegria...
Sentimentos;
Não quero possuí-los...
Mas é sempre tristeza;
Sempre é tão intensa...
Com essa intensidade;
Conseguia amar...
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