quinta-feira, 23 de junho de 2011

CArTA dO sUiCidA!

O Sol brilha e aquece meu corpo frio;
Mas a luz já abandona meus olhos e me sinto vazio...
Perdoe-me por mentir dizendo sentir paixão;
Queria apenas proteger-te da tristeza, assim como, queria me proteger da solidão...
Deixo essas linhas, pra minha pessoa amada;
Deixo meu sangue para os canalhas...
Sempre tive medo da escuridão;
Mantenho meus olhos abertos, mesmo com um já parado coração...


Perdoe-me por ser fraco e fugir;
Mas, já não aguentava mais mentir...
Mentir ser forte;
Mentir sorrir...
Talvez esse seja o fardo, a ser carregado;
Que me faça pagar meus pecados...
Novamente aqui estou;
Pecando novamente com essa navalha em minhas mãos onde tudo começou...

Sei que irá sofrer;
Já que és a única que sentirá minha falta...
Não se preocupe...
Iremos nos reencontrar novamente;
Quem sabe, ser mais feliz... Verdadeiramente sorrir...
Realmente poder viver;
Quem diz?
Mas hoje, tudo o que desejo é morrer;
Deixo essas ultimas linhas para você...
Esse sangue vermelho fica para os canalhas;
Pra todos que usam máscaras...
Que se lembrem da morte que hoje causei;
Lembre-se que irão também morrer...
Mesmo que esperem hoje;
Um dia ela irá aparecer...
E a todos vocês, obrigado;
Obrigado por me fazerem viver uma vida obrigada...
Apenas come se fosse só outra carne contaminada;
É como me sinto... Uma massa disforme de nada...

O Sol brilha e aquece meu corpo frio;
Mas a luz já abandona meus olhos e me sinto vazio...
Perdoe-me por mentir;
Queria apenas proteger-te da tristeza, assim como, queria me proteger da solidão...
Deixo essas linhas, pra minha pessoa amada;
Deixo meu sangue para os canalhas...
Sempre tive medo da escuridão;
Mantenho meus olhos abertos, mesmo com um já parado coração...

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