Que se quebrou, após perceber, que vivemos sem o prazer de viver.
Não consigo explicar;
O que é tão impossível eu entender!
Todos querem o prazer de ter e o egoísmo já e ensinado como novo modo de vida;
Não queria, eu não sabia...
Quando olhos pros céus;
Vêm tantas perguntas em minha mente...
A duvida de todos que tem medo;
A morte, o pior pesadelo!
Nesse azul tão imenso;
Por que não posso voar?
Não sei se tenho medo;
Ou, se é o que desejo...
Por que procuro o que jamais irei encontrar?
O frio em minha espinha;
O que fizeram em minha mente é deprimente!
Sigo em culpa;
Em lamentos, a cada segundo o arrependimento de um inevitável amadurecimento...
Já estou cansado de procurar, procurar e procurar...
Minha identidade muda;
Mudam-se as verdades, as dores e lutas...
Sou obrigado a fazer parte de toda essa disputa;
Tenho que correr e ter muito ouro antes de morrer!
Eu, que apenas queria algo mais quente;
Vi meu ser se perder em minha própria mente!
Mas tudo bem;
Posso dizer que aprendi também...
Você é o que tem;
Sem nada, não e ninguém!
Cadê o prazer em se viver?
Há algo errado comigo;
Não quero, não consigo;
Todo esse tempo;
Acreditar que todo esse tempo estive enganado!
Errado;
Talvez eu esteja certo, junto com poucos que acreditam como eu...
Que a vida é muito curta pra nos preocuparmos com dinheiro;
Melhor seria se todos sentissem o que é verdadeiro!
Não sei se luto, ou, se me rendo...
Novamente tento encontrar;
Tento me entender...
Sigo em culpa;
Vivemos sem o prazer de viver...
Em breve irei morrer;
Será que entenderei o que ate então ninguém conseguiu explicar?
Irei me encontrar;
Ou, a morte não traz as respostas que esperei que traria?
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