terça-feira, 6 de julho de 2010

Verdades expostas!‏

Apenas outro poema que não esconde a verdade;

A doença de um mundo cheio de calamidade!

Já não adianta honestamente tentar viver;

Esses, desonestos, sem nada irão morrer!

Mas, o que é o nada, se esse depende do tudo pra existir?

A morte ronda nosso futuro;

O ouro é o verdadeiro triunfo?

Sou vivo, ou, outro prostituto?

É preciso pagar até pra se enterrar os defuntos...

Deus;

Sou outro imundo?

Queria viver em outro mundo!

Esquecer que caminho e vivo sou um mero defunto!

Se eu morrer, quem irá me enterrar?

Quem irá pagar?

Terei um tumulo, ou, serei outro indigente?

Indiferente!

Já sou um mendigo, se nada tenho;

Não sou dono nem de meu corpo então;

Pra que tanta busca ao tesouro?

Pra que disputar?

Pra no final a morte tudo me tomar!

Pra no final a morte tudo me tomar!

Pra que conquistar?

Apenas pelo prazer de se mostrar?

Pelo prazer de triunfar?

A eterna morte nos tomará...

Verdades expostas;

O homem e suas derrotas!

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